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Espírito da coisa

Você é daqueles tradutores que às vezes não concordam com as modificações dos revisores nos seus textos, mas não sabem como argumentar?

Altos Contrastes é o curso para você.

Não se trata de ensino de gramática. Trata-se de tomar consciência de estruturas da frase para poder manipular o texto à vontade, com conhecimento de causa. E isso é feito com o uso de conceitos sintáticos comparativos. Por exemplo: quando o francês usa um participe présent, o que usamos nós? Como e quando devemos usar esta ou aquela solução? Outro exemplo, desta vez do inglês: em que posição poderá ou deverá ser traduzido um object complement? Ou então: qual a melhor maneira de traduzir um sujeito nesta ou naquela situação?

Tudo é discutido como possibilidade de uso, e não como regra normativa.

Veja os pequenos vídeos ao lado para entender melhor.

Mais detalhes

Método: A abordagem gramatical é sempre contrastiva, ou seja, comparativa entre as duas línguas. Evita-se o uso de termos técnicos que sejam desconhecidos pelo aluno. Os termos empregados são explicados previamente. Estão sempre abertos os canais para a expressão das dúvidas.

 

Na prática: Nos vídeos ao lado encontram-se exemplos do modo como a aula se desenrola. As dúvidas enviadas serão respondidas por email, word ou vídeo, dependendo da situação.

Como participar.  Indo às páginas de vendas (veja antes "CONTEÚDO DOS CURSOS", abaixo):

 

 

 

Tempo de curso. Individualizado. Vai depender dos progressos do aluno. 

Como trabalhamos
Francês
Inglês
 
 

Conteúdo dos cursos

Inglês
  • Vídeo 1: Os segredos da flexibilidade, a versatilidade da língua portuguesa

  • Vídeo 2: Pronomes relativos, noções básicas

  • Vídeo 3: Voz passiva, estudo mais detalhado da partícula “se”

  • Vídeo 4: Sujeito: contrastes posicionais inglês-português

  • Vídeo 5: Formas em –ing: como traduzir?

  • Vídeo 6: Predicativo do objeto: contrastes posicionais

  • Vídeo 7: Possessivos, contrastes de uso

  • Vídeo 8: Artigos, contrastes de uso

Francês
  • Vídeo 1: Os segredos da flexibilidade, a versatilidade da língua portuguesa

  • Vídeo 2: Pronomes relativos, noções básicas

  • Vídeo 3: Voz passiva, estudo mais detalhado da partícula “se”

  • Vídeo 4: Sujeito: contrastes posicionais francês-português

  • Vídeo 5: Participe présent: como traduzir?

  • Vídeo 6: Predicativo do objeto: contrastes posicionais

  • Vídeo 7: Possessivos, contrastes de uso

  • Vídeo 8: On: um sujeito problemático

  • Vídeo 9: Dont e seus segredos

  • Vídeo 10: Qui e que: alguns mistérios e uma cilada

Inglês + Francês
  • Vídeo 1: Os segredos da flexibilidade, a versatilidade da língua portuguesa

  • Vídeo 2: Pronomes relativos, noções básicas

  • Vídeo 3: Voz passiva, estudo mais detalhado da partícula “se”

  • Vídeo 4: Inglês: Sujeito: contrastes posicionais inglês-português

  • Vídeo 5: Inglês: formas em –ing, como traduzir?

  • Vídeo 6: Inglês: Object Complement - Predicativo do objeto: contrastes posicionais

  • Vídeo 7: Inglês: Possessivos, contrastes de uso 

  • Vídeo 8: Inglês:: Artigos, contrastes de uso.

  • Vídeo 9: Francês: Sujeito, contrastes posicionais francês-português

  • Vídeo 10: Participe présent: como traduzir?

  • Vídeo 11: Attribut du complément d'objet - Predicativo do objeto: contrastes posicionais

  • Vídeo 12: Possessivos, contrastes de uso

  • Vídeo 13: On: um sujeito problemático

  • Vídeo 14: Dont e seus segredos

  • Vídeo 15: Qui e que: alguns mistérios e uma cilada

 
ESPÍRITO DA COISA

Não se trata de um livro sobre gramática.

Trata-se de um livro que usa conceitos sintáticos comparativos. Por exemplo: quando o inglês usa um present participle, o que usamos nós? Outro exemplo: dependendo da posição de dont francês, qual será sua tradução? Ou então: a posição do sujeito inglês deve ser mantida ou mudada?

Tudo é discutido como possibilidade de uso, e não como regra normativa.

FORMATO
O texto foi publicado em formato Kindle, mas poderá ser lido em qualquer tablet, no computador ou mesmo no celular.
CONTEÚDO

INTRODUÇÃO

1.         Artigos: quando faltam, quando sobram

1.1.      Nota preliminar

1.2.      Artigos definidos (contraste inglês/português)

1.3.      Artigos indefinidos (contraste inglês/português)

1.4.      Artigos definidos (contraste francês/português)

1.5.      Artigos indefinidos (contraste francês/português)

2.         Sujeito: caos administrável

2.1.      Generalidades sobre as posições do sujeito na frase

2.2.      Contraste inglês/português  

2.3.      Contraste francês/português

3.         O on francês: um sujeito problemático

3.1.      Preliminares

3.2.      Sobre o se: voz passiva ou indeterminação?

3.3.      A tradução de on na prática

4.         Tradução das formas francesas terminadas em -ant e das inglesas em –ing

4.1.      Quando não se deve traduzir pelo gerúndio

4.2.      Inglês e francês: quando a posição conta

5.         O pronome relativo “que” em português

6.         Como o tradutor de francês pode tratar o qui e o que

6.1.      Quando o conjunto qui + être pode ser omitido

6.2.      Quando a oração iniciada por que pode virar voz passiva

6.3.      Ciladas do que francês

6.4.      Qui + verbo que vira gerúndio

7.         As insuspeitadas complexidades do dont francês

7.1.      Quatro estruturas contrastantes ou nem tanto, para começar

7.2.      Tradução por como

7.3.      Tradução por do(a)s quais, entre o(s) quais

8.         Predicativo do objeto

8.1.      Primeiramente em inglês

8.2.      Alguns exemplos franceses que justificam a reformulação

9.         Possessivos (e às vezes também indesejáveis)

9.1.      Em inglês

9.2.      Em francês

9.3.      Conclusões

10.      Um singular plural

Altos contrastes, o livro

 

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