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A casa das belas adormecidas, ou tentando uma brecha na muralha do hermetismo

A casa das belas adormecidas Yasunaru Kawabata Edit. Estação Liberdade, 2006 Trad. Meiko Shimon Advertência: aqui esmiúço toda a trama da obra. A quem ainda não tiver lido o livro e não quiser conhecer já o seu desfecho aconselho deixar a leitura deste artigo para depois. Li três livros de Kawabata: dois há muitíssimo tempo (Senbazuru [não me lembro com que título em português] e O país das neves) e o terceiro por estes dias, A casa das belas adormecidas. Não é fácil falar de um autor que conhecemos pouco e que escreveu numa língua totalmente desconhecida para nós. O que vou tentar aqui é mais um registro de leitura para evitar que minhas impressões se percam para sempre daqui a algum tempo

Quarenta dias e Corpos furtivos: Diferenças e analogias

Não é a primeira vez que me acontece. Leio dois livros seguidos e encontro neles pontos comuns que me dão vontade de explorar por me parecer que do encontro desses pontos podem nascer observações mais ricas do que da consideração de cada um dos livros separadamente. No caso presente os dois livros são Quarenta dias, de Maria Valéria Rezende, e Corpos Furtivos, de Chico Lopes. Para evitar que este texto fique muito obscuro para quem não leu as duas obras, aí vai uma breve sinopse de cada uma. O livro de Maria Valéria, aliás ganhador do Jabuti /2015, conta a história de uma cinquentona que é coagida a se mudar de João Pessoa para Porto Alegre por sua filha, professora universitária bem-sucedid

A GRENHA

Blog de
Ivone Benedetti
 
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